janeiro 17, 2006


1º de janeiro de 2006.
Ano novo... manhã tranqüila, vamos dar uma volta. Como resolvi ser rebelde, ando sem capacete. Parece que ninguém tem muita certeza se ele é necessário para andar de triciclo, assim nos deixam em paz (estou falando da polícia). Mas os motoqueiros parecem se ressentir e de vez em quando um ou outro me pergunta; “não tem que usar capacete para andar ‘nisso’?”. A propósito, as palavras ‘isso’ e ‘nisso’ já estão me deixando incomodado. “Isto se chama triciclo!”, respondo às vezes. Na hora do almoço, o de sempre... churrasco (depois se reclama da crise...). Durmo à tarde e à noite vamos lanchar na lanchonete de uma cunhada, ela faz um pãozinho árabe enrolado com carne moída e vegetais que é uma delícia. Depois do lanche mais um passeio e vamos dormir.