
26 de dezembro.
Segunda-feira, dia internacional da preguiça, e em plenas férias, seria de esperar que se ficasse à toa. Mas não para o teacher; é claro que levanto tarde, mas já vou providenciando meus contatos com amigos para encontrar um bom mecânico que possa regular a máquina e deixá-la preparada para a volta. Passeios pela cidade, revendo amigos e alguns parentes que não haviam estado nas comemorações. Quando encontro meu amigo João Carlos, amigo de verdade e de muito tempo e que conhece as manias do professor, ele já vai perguntando:”No que é que você veio desta vez?”. Mostro o triciclo e o comentário não poderia deixar de ser outro: “Esse cara é doido mesmo. Quando é que tu vai tomar juízo?”. À noite vou visitá-lo em casa e a Denise (esposa dele) tem uma reação parecida e brinca muito com minha mulher comentando que nós somos malucos mesmo. Ficamos até tarde conversando, são quase duas da matina quando vou embora.

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