

4 de janeiro.
Passo o dia em casa descansando (afinal, estou em férias), a Cris sai com a Sara. À noite vou com meu cunhado à igreja e depois eu e a Cris vamos dar uma volta. Ao parar num sinal, um senhor no carro ao lado conversa comigo num tom grave; “Seria bom o senhor colocar seu capacete, a polícia daqui é muito severa, o senhor pode acabar tendo eu triciclo apreendido” agradeço o conselho e digo que vou seguí-lo ao que ele me responde; “Faça isso...”. Essa resposta me leva a suspeitar que ele seria um policial e a partir de então decido pôr minha barba de molho, dou-me por avisado e começo a andar de capacete.

0 Comments:
Postar um comentário
<< Home