março 08, 2006

modular

Orientação de matemática.

modular


Professor Paulo orientador de matemática, física, química, etc, etc...

março 05, 2006

O coração perdoador

Antes, sede uns para com os outros benignos, compassivos, perdoando-vos uns aos outros, como também Deus, em Cristo, vos perdoou. Efés. 4:32.


Carol não podia acreditar que seu esposo estava com outra mulher. Suas emoções lutavam contra a idéia de um divórcio. Depois de 25 anos do que ela pensava ser um casamento feliz, Tom a estava deixando por uma mulher muito mais nova. A traição a deixou emocionalmente devastada.
O filho mais novo do casal planejava se casar em um ano. Carol sonhava ficar em casa apenas com Tom, vendo nisso uma chance de renovar o amor. Agora, se perguntava: Por que Tom a deixara, depois de ela ter-lhe dedicado a própria vida? Suas perguntas foram se transformando em amargura e, então, em raiva. Isto não era justo!
Após o divórcio, Carol entrou em depressão. Quanto mais pensava no que acontecera, mais irada ficava. Uma noite, em profundo estresse, pediu a Deus ajuda para enfrentar aquela situação. Logo começou a ordenar os pensamentos. Seu marido arruinara o seu passado, mas ela não deixaria que arruinasse o seu futuro. Apesar de tudo, ela podia perdoá-lo. Lembrou-se de Efésios 4:32: "Antes, sede uns para com os outros benignos, compassivos, perdoando-vos uns aos outros, como também Deus, em Cristo, vos perdoou." E decidiu deixar as palavras do texto inundar seu ser, mudar seu coração e fazer dela uma nova mulher.
Assim como Cristo a perdoou, ela podia perdoar Tom. Pediu a Deus que lhe desse uma nova atitude e um espírito benigno, compassivo e perdoador. Com essa atitude, Carol encontrou paz interior. Sentia solidão, mas seu coração pôde descansar. Sua vida estava nas mãos de Deus.
Perdoar não é justificar uma ofensa recebida; é libertar da nossa condenação alguém que nos ofendeu. Quando entendemos o perdão de Cristo, também perdoamos.

Outra da “Fumaça”

Novembro, 1987, era uma tarde ensolarada de domingo na bela Londrina do norte do Paraná. O dia era todo especial; estava acontecendo a exposição-feira anual da associação rural de Londrina, era Semana da Asa e a “Fumaça” estaria realizando uma demonstração sobre o parque.
Eu estava de serviço na torre de controle e minha mulher (esperando a Sarinha), Danielzinho e minha vó estavam no parque para o espetáculo.
A “Fumaça” sempre me traz de volta as emoções do garotinho dentro de mim e, embora eles nem saibam, temos uma relação de amizade muito particular. O alto falante é o elo de união entre a fantasia e a realidade:
- Torre Londrina, Fumaça Um.
- Fumaça Um, Torre Londrina, prossiga.
- Pronto para o táxi, para vôo de demonstração sobre o parque de exposições.
- Pista em uso 32, operação visual, vento dois-cinco-zero graus, oito nós, altímetro uno-zero-uno-uno, livre táxi, reporte pronto para decolar.
Decolagem como sempre um espetáculo muito particular, os seis aviões em formação passando em frente à Torre e efetuando uma suave curva à direita, dirigindo-se para o parque de exposições. Pena que eu não podia estar lá assistindo. Um receptor sintonizado na freqüência de serviço da esquadrilha me colocava a par de todas as suas manobras e mantinha minha informado de sua localização a cada instante para qualquer eventualidade.
O tráfego fluía normalmente, as aeronaves chegando eram desviadas do sobrevôo do local que era quase na aproximação da pista 14, quando de repente um frio na espinha;
- Londrina, Fumaça retornando para pouso, o Fumaça 3 caiu!!! O Fumaça 2 vai acompanhar a queda, o piloto ejetou.
Ao escrever estas linhas, a mesma emoção daquele momento retorna, as lágrimas tornam a brotar e o nó na garganta aperta outra vez.
Esqueço o garoto volto a ser o profissional que tem de manter a frieza;
- Livre aproximação direta para pista 14 informe na final com o trem checado, informe se necessita apoio especial para o acidentado.
- Negativo torre, o Fumaça 2 informa que o piloto aparentemente chegou bem ao solo e as equipes de emergência no parque já estão se dirigindo para o local.
- Fumaça um final trem baixado e travado... 4 baixado e travado... 5 baixado e travado... 6 baixado e travado...
- Fumaça livre pouso, vento calmo.
Meu coração apertado começa a pensar na mulher, filho e avó que estavam lá. Será que estão bem? Onde caiu o Fumaça 3?
- Fumaça no solo aos quatro-oito, informe o local da queda.
- Caiu afastado uns três quilômetros do parque, numa are de terra arada, parece uma plantação.
Naquele tempo não se ouvira ainda falar em telefone celular, de maneira que foi um longo tempo de espera até ter notícias do meu pessoal. Eles chegaram lá pelas seis da tarde, quase na hora de eu passar o serviço para o próximo operador. Dali eles voltariam comigo para nossa casa que ficava na extremidade final da pista 32 (eu tomava conta do VOR que estava instalado lá). Quando os encontrei quis saber de tudo e minha mulher contou que vira o avião descendo muito rápido e se afastando do local enquanto era seguido por outro. A multidão ficou alguns minutos sem entender o que acontecia até que o apresentador oficial explicou em rápidos detalhes e deu por encerrada a apresentação.
Mas afinal, o que acontecera? Ao efetuar a finalização de uma manobra o piloto sentiu que a aeronave ficou “solta” e percebeu horrorizado que a hélice sumira!... Numa atitude extremamente profissional examinou a situação e pôs em prática as muitas horas de treinamento, baixou o nariz da aeronave para adquirir velocidade e manobrou para se afastar do local ao mesmo tempo em que escolhia um local onde pudesse abandonar a aeronave com segurança para quem estivesse no solo, ele sequer pensou na sua segurança. Ao atingir um local onde julgou seguro abandonar a aeronave, acionou o assento ejetor, já numa altitude onde os parâmetros de segurança do piloto para tal operação eram quase abaixo dos mínimos . Uma cápsula explosiva arremessou o assento com o piloto, quebrando o canopi de acrílico, a uma velocidade de uma bala de canhão e logo o pára quedas se abriu e ele conseguiu chegar ao solo com vida, ainda que sevamente machucado.
Uma operação de ejeção é muito delicada, o piloto sofre uma pressão onde o peso de seu corpo é multiplicado de maneira extrema. A cabeça é comprimida sobre as vértebras do pescoço e um achatamento é inevitável.
No outro dia de manhã bem cedo fui de motocicleta até o local da queda, o avião (ou o que restou dele) estava sendo recolhido em um caminhão, no local da queda uma enorme cratera e bem próximo dali estava o assento vazio com o pára-quedas espalhado pelo chão vermelho das plantações do norte do Paraná.
O coronel Silva Filho recebeu o reconhecimento da população londrinense em uma placa colocada no Parque de Exposições que homenageia sua coragem, desprendimento e sentimento de humanidade.

março 03, 2006


Olha só que sorrisinho lindo


Aqui a Fátima com a sobrinha de toda a escola



E eu quis fazer parte dessa descontração...

Descontração



Diretora e corpo técnico do CEEJA em momento de pausa do trabalho para uma breve descontração

02 de fevereiro 2006



Alunos em orientação no Ensino Modular